quinta-feira, 31 de março de 2016

O Encontro Essencial...




O motivo principal de uma vivencia em ArDalk é para que as pessoas possam por si mesmas encontrar expansão de consciência. Somente o fato de estarem lá ajuda, pela qualidade vibratória do lugar, conectado a universos paralelos ou a “Terra Alta” como a gente chama. Na expansão de consciência se abre naturalmente o “caminho do coração”... Passamos a sentir mais, a vibração do coração se faz forte dentro de nos e conseguimos nos situar dentro dos espaços cósmicos que por natureza divina, ocupamos e que acabamos deixando de lado...
Existem universos paralelos que estão situados em coordenadas espaciais diferentes, o que permite, dentro desses universos, uma evolução constante, ou seja, dentro desses espaços não existem as distorções que foram criadas neste universo onde estamos agora... Em Ardalk, podemos sentir estas vibrações luminosas da Terra Alta e nos harmonizar com elas, trazendo para nossa Terra hoje, elementos para ajudar a mudança que se faz urgentes. Para isso se faz necessária a transformação de nosso espaço interno, calar a voz externa e escutar a voz do coração, fazer nosso o ditado escrito em um antigo templo de sabedoria “Si não é teu coração que fala, que tua boca cale” ... Somente assim, na paz do coração, encontraremos as respostas que tanto procuramos, respostas para nossa vida real, para aquilo que esta acontecendo nas nossas vidas hoje...
Desde que entramos a ArDalk se inicia um processo de despertar... De repente descobrimos que, como um computador, nos estávamos trabalhando em “modo segurança”... Ou seja, com os recursos mínimos ativados... Precisamos então reiniciar nosso equipamento... Alterar as configurações, precisamos receber mais informações, precisamos estar mais conscientes, precisamos ativar nosso coração, precisamos amar mais, muito mais, ser mais ativo nas coisas materiais e espirituais, sem com isso perder a essencialidade, a idade essencial, cósmica, que estamos vivendo...
A fraternidade marca uma nota especial nas nossas vivencias, em curto espaço de tempo movimentamos nossa energia, nosso coração, nosso amor e nos determinamos como seres universais, cósmicos, divinos... O arroio das borboletas azuis nos acolhe, de dias com as suas águas fluindo e de noite com um suave murmúrio que nos leva ao descanso necessário... Meditações, exercícios junto a natureza nos leva ao encontro da nossa paz primordial...


domingo, 6 de dezembro de 2015

A "socialização" transforma e limita nossas desições...






Tudo esta ligado com tudo, nada do que acontece na Terra e em qualquer lugar da Terra, esta desconectado de um processo maior que implica, não somente a matéria ou terceira dimensão, mas também as dimensões que formam parte de um complexo esquema de acontecimentos a maioria relacionados ao ciclo estelar que estamos vivendo e ao fluir da energia no planeta e no universo ao qual fazemos parte. Existe neste complexo quadro a energia que nos puxa a manter tudo como estava, esta energia é uma energia de inércia que seria facilmente superada pela nossa própria disposição a seguir nossa evolução mas que lamentavelmente é reforçada pelo sistema em todo momento. Que estejamos vivendo em um sistema onde tudo tem que ser comprado com dinheiro e onde alguns poucos “espertinhos” manejam e imprimem moeda para poder controlar o resto que acha (porque estão dormidos) que isso é normal é um grande bloqueio que deveremos superar. Esta superação não vai acontecer se não conseguimos “ver” o que realmente está acontecendo. A mídia nos manipula de uma forma incrível, confiamos que tudo o que escutamos nas noticias  é real e muitas coisas mostradas na mídia, simplesmente não são reais....Existe uma “zona de conforto” (que de conforto não tem nada) da qual não queremos sair e o sistema faz ênfase de que assim seja. Manter-nos como “cordeirinhos” é conveniente para a manipulação em vários níveis. Somos “socializados” e através do ensino adquirimos a “cultura” do sistema. Onde fica a pessoa então? Onde está o ser que tem que mudar tudo isto? Atendi uma vez uma senhora que “sofria” de muitas coisas, o primeiro que perguntei foi: Quem é a senhora? Ela respondeu: Eu sou advogada, membro do Conselho de... da cidade, representante de...trabalho com a junta de ...e assim foi me mostrando sua “importância pessoal” em quanto olhava para mim de cima para baixo e fazia um julgamento (pude sentir) orientada pela minha aparência que era de extrema simplicidade...Quando ela terminou eu falei para ela: sinto muito mais a senhora não é nada disso... Sem deixar eu me aprofundar na minha resposta ela se levantou e foi embora... Na outra visita que fazia nessa cidade, ela voltou... Desculpou-se, chorou muito e  falou do fundo do coração...essa era realmente a pessoa que ela era...uma toma de consciência tinha acontecido...mas porque temos que esperar o sofrimento para isso? Porque não ver agora nossa realidade profunda... Nosso sentir, porque não temos a coragem de sair do teatro diário e nos aceitar como somos realmente, esse é o inicio de uma mudança real que afetará nossa consciência e definirá novos rumos para nos...